É, eu mesmo.
O fruto de
uma experiência.
Que deu
errado.
Forjado aos
moldes de uma cultura,
Mas em um
molde sem tampa.
Onde o que
sabe é duvidoso
E o que vê é
abstrato
Eu sei de tudo!
Mas meu tudo é meu, e meu.
O que é meu
é eu.
E não sou
teu, sou meu.
E mais que
meu, sou eu.
Eu.
A experiência
mal sucedida.
Do cientista
frustrado.
Da ciência
do “Eu”
Da ciência
que não é minha
Ou que dirá,
meu.
A ciência é
dela mesma;
E o que não
é meu, nem Eu, não quero.
Eu quero a
verdade!
A verdade do “Eu”.
A verdade do “Eu”.
Que seja mais
verdade do que Eu.
Que vá além
do E.G.O,
Entender o
E.G.O e sair do Eu.
Pois pelo
E.G.O entendo [...]
(E)u (G)osto
de (O)utros.
Muito bom o texto,
ResponderExcluirAbraços,
Att
Danilo Silva Alberti