segunda-feira, 23 de setembro de 2013

E.G.O

Eu, sabe eu?
É, eu mesmo.
O fruto de uma experiência.
Que deu errado.
Forjado aos moldes de uma cultura,
Mas em um molde sem tampa.
Onde o que sabe é duvidoso
E o que vê é abstrato

Eu sei de tudo!

Mas meu tudo é meu, e meu.
O que é meu é eu.
E não sou teu, sou meu.
E mais que meu, sou eu.

Eu.
A experiência mal sucedida.
Do cientista frustrado.
Da ciência do “Eu”
Da ciência que não é minha
Ou que dirá, meu.
A ciência é dela mesma;
E o que não é meu, nem Eu, não quero.

Eu quero a verdade!

A verdade do “Eu”.
Que seja mais verdade do que Eu.
Que vá além do E.G.O,
Entender o E.G.O e sair do Eu.
Pois pelo E.G.O entendo [...]

(E)u (G)osto de (O)utros.

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